A importância das empresas adotarem a prática da limpeza profissional.

Pense rápido: você passa mais tempo em lugares fechados ou ao ar livre? Sem nenhuma surpresa, provavelmente sua resposta será: “em lugares fechados”. Cerca de 87% do nosso tempo, segundo estudos da We Work.

Sabendo disso, você realmente faz ideia de quão limpo são esses lugares? Assim, ainda mais importante, COMO são limpos?

Segundo um relatório das Nações Unidas, de 1998, cerca de 2 milhões de pessoas morrem a cada ano devido a doenças causadas pelo ar contaminado de lugares fechados. Mas, tenha calma, esse dado não deve ser um motivo para pânico, e sim para tomada de ações que minimizem esses efeitos nocivos.

Afinal, a limpeza e higienização dos lugares fechados é a melhor prática para evitar o chamado “edifício doente. Ou seja, quando vírus e bactérias são transmitidos pelo contato manual e pelo ar entre as pessoas que freqüentam o mesmo ambiente, como escritórios e shoppings, por exemplo.

Mas a maneira como é feita a limpeza é primordial para que essa prática tenha o efeito desejado que é evitar a proliferação de doenças.

A limpeza não profissional, como aquela feita em residências por uma em

pregada doméstica ou diarista. Assim, muitas vezes não combate de maneira eficiente o surgimento de focos de fungos, germes e bactérias.

E não pense que a razão disso é preguiça. A falta de treinamento para a grande maioria das pessoas que exerce essa função. Essa é a verdadeira causa do mau uso dos produtos de limpeza disponíveis no mercado e conseqüente higienização pouco eficiente.

Pesquisa

Segundo pesquisa feita, cerca de 17% dos empregados residenciais são analfabetos e 64,3% não completaram o Ensino Fundamental. O que acarreta no fato de que, dos poucos que lêem as instruções de uso dos produtos domissanitarios (apenas 24,8%), a maioria (52,2%) NUNCA entende o que está escrito.

Outro fator preocupante na limpeza não profissional é a falta de treinamento. Já que os próprios profissionais que exercem essas funções admitem que usam os produtos de acordo com o que “ouviram falar” ou aprenderam por experiência própria.

Fora o risco que a própria empregado ou diarista corre ao manusear produtos que podem ser corrosivos e tóxicos, existe o fato óbvio da limpeza não eficiente.

Tomemos como exemplo um ambiente de trabalho, como um escritório, contaminado. O absenteísmo sobe e a produtividade cai em conseqüência da baixa qualidade de vida.

A limpeza feita inadequadamente, além de comprometer a rotina da empresa, também pode lhe trazer prejuízos materiais.  Já que até mesmo o mobiliário sofre com o uso incorreto de produtos domissanitarios.

A saída para esse cenário é a limpeza profissional em lugar da limpeza doméstica, um mercado que movimenta. Segundo a Abralimp, algo em torno de R$ 14 bilhões e R$ 15,2 bilhões, no Brasil, e não para de crescer.

Assim, profissionais treinados, produtos específicos e garantia de serviço são o que as empresas de limpeza profissional oferecem a preços cada vez mais competitivos. Expandindo sua área de atuação a cada ano. Afinal reforçando seu papel de parceiro no combate à proliferação de doenças, especialmente nos grandes centros urbanos do país.

Pense nisso e acompanhe os trabalhos que são feitos na sua casa e no seu trabalho. Informe-se sobre a empresa que esta contratando e até mesmo sobre o que usar de materiais de limpeza.

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Fontes:

//www.wework.com/pt-BR/

//www.abralimp.org.br